Sexta, 20 Setembro 2019 12:11

Esclarecimentos a respeito do seguro de vida Mapfre

Avalie este item
(3 votos)

O CPP tem recebido várias cartas de associados desapontados com a entidade supondo que, em algum grau, ela foi responsável pela não renovação da apólice de seguro vencida em 31 de julho passado. A suposição é que nada foi feito para impedir a concretização da medida que, sem dúvida alguma, prejudicou associados que durante anos contribuíram para assegurar alguma vantagem para seus descendentes. O CPP, para alguns, figurou como vilão da história. Cabe, portanto justificar-se.

A entidade era estipulante da apólice, vale dizer, e anos atrás responsabilizou-se por intermediar a contratação de seguro em grupo junto à Mapfre. Não fazia o papel de seguradora nem tinha autorização para tanto. Assim, todo o dinheiro arrecadado com as mensalidades era integralmente repassado para a companhia. Em nenhum momento qualquer valor ficou retido nos cofres do CPP. Ao longo dos anos, a entidade cumpriu religiosamente sua tarefa de receber e repassar os pagamentos. Seguro contratado é o chamado contributário, em que o próprio segurado paga a totalidade do prêmio, isto é, não está contido na mensalidade social e é contratado pela vontade de cada interessado.

A apólice vinha sendo renovada de tempos em tempos sem nenhum problema. Em maio, porém, a Mapfre apresentou uma exigência para renovar a apólice que venceria em julho: o conhecimento dos participantes sem ferir o crédito que sempre mereceu dos professores. Por isso, viu-se o CPP obrigado a consultar cerca de quatro mil segurados para alcançar a concordância de, pelo menos, 3/4 para atender à exigência legal da Mapfre. Era o mínimo exigido para a concretização acréscimo.

O CPP encaminhou, então, carta a cada um explicando toda a ocorrência e pedindo-lhe que manifestasse concordância ou não. A maioria não respondeu no tempo adequado ou respondeu negativamente, e o número mínimo de optantes não foi conseguido. A apólice não foi renovada.

Certamente, foi injusta a atitude da seguradora. Afinal, foram anos de contribuição cujo resultado, em vez de proteção e amparo, foram frustrações e desapontamentos. E o pior é que o CPP, que iniciara e conduzira o processo durante anos unicamente para beneficiar seus associados, sofre injustamente os efeitos da atitude da Mapfre, principalmente porque muitos aderiram ao seguro porque o CPP empenhara seu prestígio na empreitada.

O único recurso para reverter a situação está nas mãos da justiça. O CPP está movendo ação junto ao judiciário visando ao restabelecimento do seguro. Resta aguardar que a instituição, encarregada de corrigir injustiças, devolva aos associados o direito que injustamente lhes foi cassado.

A diretoria

Lido 3787 vezes

1 Comentário

  • Link do comentário Vania Regina Rondon Marcellino Segunda, 04 Novembro 2019 19:26 postado por Vania Regina Rondon Marcellino

    Minha mãe enviou o aceite de reajuste de mensalidade, via CPP Jundiaí, ela faleceu dia 10.08.19.
    Estou junto com vcs nessa causa !

    Também sou sócia do CPP

    Grata
    Vania Rondon

Deixe um comentário

Certifique-se de preencher os campos indicados com (*). Não é permitido código HTML.
Campo destinado a comentários relacionados à notícia. Duvidas sobre Vida Funcional devem ser encaminhadas aos respectivos setores.
Clique aqui para ver os contatos.