Quarta, 11 Julho 2018 17:24

Os deméritos da Prova Mérito

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O professor Silvio dos Santos critica duramente o anúncio mais recente do governador. 

Última modificação em Quinta, 12 Julho 2018 15:15

6 comentários

  • Link do comentário SILVANIA APARECIDA DA SILVA RAMALHO VAZ Segunda, 16 Julho 2018 14:41 postado por SILVANIA APARECIDA DA SILVA RAMALHO VAZ

    A prova de mérito é uma boa opção para os/as professores/professoras se dedicarem aos estudos com mais foco. Acredito que com frequência os/as professores/professoras deveriam se submeter as avaliações e, claro, serem beneficiados no caso de êxito nas avaliações. Nas escolas boa parte dos/das professores/professoras ficam estimulados com essa oportunidade, logo querem criar grupos de estudos, e educação tem que ser assim. movimento permanente a favor da pesquisa e estudo. O salário é ruim mesmo, no Brasil inteiro, e não só a classe política mas a sociedade como um todo não valoriza a educação, nem mesmo as universidades se preocupam com a educação básica. Poucas pessoas gostam do conhecimento, poucos sabem a importância do conhecimento e estimulam a busca do conhecer. A maioria não se importa. Essa reflexão é importante.

  • Link do comentário Sergio Akio Ara Bueno Sábado, 14 Julho 2018 21:04 postado por Sergio Akio Ara Bueno

    E, o memorial ? Quais são as normas (regras/normas/resolução ...) para a elaboração do memorial ?

  • Link do comentário cicero Sexta, 13 Julho 2018 06:25 postado por cicero

    É o momento do sindicato mobilizar a categoria para uma possível GREVE,pois esse é o ano,não adianta passar o período eleitoral,pois os problemas são esquecidos depois que esse pessoal é eleito.VAMOS A GREVE GERAL,vamos seguir o grande exemplo dos CAMINHONEIROS,não como alguns SINDICATOS que pegam carona em qualquer paralisação.

  • Link do comentário Regina Célia Quinta, 12 Julho 2018 17:52 postado por Regina Célia

    Essa prova é uma palhaçada. Nossa classe tem que provar que somos competentes para ministrar nossas aulas,onde alunos são promovidos automaticamente. Nossos salários nem se fala uma vergonha.

  • Link do comentário Wagner Pulzi Quinta, 12 Julho 2018 14:41 postado por Wagner Pulzi

    O problema não está no mérito, mas nas oportunidades do processo e, principalmente, na lisura do mesmo.

    Em relação às oportunidades, não há muito o que explicar, pois trata-se simplesmente de uma injustiça saber que a prova não favorece os aposentados, ou seja, torna-se um processo falho ao não criar essa oportunidade para todos. Contudo, também não favorece o professor que se encontra afastado por problemas de saúde. Eu mesmo não participei da primeira avaliação, pois passei por cirurgia no ano anterior, não permitindo que eu me enquadrasse nos critérios. No final do ano anterior fiquei um mês afastado devido uma lesão, sendo que levei meses para conseguir as consultas no IAMSPE e ainda não realizei a cirurgia, marcada apenas para Agosto, quase um ano após a lesão. Devo desmarcar a cirurgia para realizar a prova??? Portanto, esse critério já é algo que precisa ser urgentemente revisto (para não dizer simplesmente que a prova em si já é injusta).

    Agora, a lisura do processo é mais preocupante, pois o que pensar de uma prova cujo edital já deixa claro que, sob nenhuma hipótese, será permitida vista de prova? Sempre ouvi dizer que quem não deve, não teme. Então, por que negar a vista de prova? Ora, será que as provas (dissertativas) são corrigidas? Suponhamos que 100 mil professores realizem a prova e que 50 mil consigam a pontuação necessária para a correção da dissertativa. Serão 50 mil provas corrigidas? E quem as corrige? Quantos avaliadores são contratados? Quais os requisitos? Será que são mesmo corrigidas? Lembro-me da primeira que participei. Obtive mais de 80% de acertos na objetiva e apenas 2,0 (DOIS) na dissertativa. DOIS??? Nunca obtive uma nota tão baixa na minha vida. Ainda mais sabendo que possuo até título de mestre, com aproveitamento máximo em todas as disciplinas, com artigo publicado em periódico nível A2 e capítulo e um livro. Porém, na mesma avaliação, encontrei vários colegas com a mesma nota. Colegas bons, com boa formação e muitos méritos. Será que fomos enganados esse tempo todo e, na verdade, somos péssimos no que fazemos? Na avaliação seguinte conseguimos notas superiores a 8,0 (oito). Melhoramos muito, não? Bem estranho...

    Agora, na primeira versão, apenas 20% dos professores seriam promovidos. Depois, a regra mudou e uma nota mínima passou a ser exigida. Será que a lei já mudou? Pergunto porque, segundo as informações do próprio governador, o reajuste de 10,15% acarretará em 1,6 bilhões no orçamento. Já a prova mérito, que proporciona 10,5% (valor bem próximo ao do reajuste), acarretará em 240 milhões no orçamento. Logo, já sabemos que apenas 20% (ou até menos) dos professores serão promovidos. Se o valor já está estabelecido, já sabemos que o número de professores também. Logo, já sabemos que muitas provas serão (ou não) corrigidas com pontuações ridículas. Ou, ainda, aumentarão a nota de corte para justificar as possíveis correções.

    Em todo caso, nenhuma das versões anteriores mostrou ser confiável, tanto na aplicação (os aposentados e os afastados por problemas de saúde foram excluídos), como na lisura (não foi permitida vista de prova, notas absurdamente baixas foram encontradas, não se sabe se houve correção, número determinado de professores promovidos).

    Boa sorte (???)!

  • Link do comentário Maria Aparecida Magalhães da Cunha. Quinta, 12 Julho 2018 12:57 postado por Maria Aparecida Magalhães da Cunha.

    Boa tarde, A prova de mérito beneficiou -me muito bem. Pois estou aprovada em duas. As provas de 2015 e 2016. Para colocação de escolha de sala está sendo ótimo sou a primeira da lista das estáveis categoria F. Mas não fui remunerada em dinheiro., motivo licença. Gostaria que ficasse definido esse problema .Obrigada.

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