Sexta, 18 Janeiro 2019 11:49

Secretário é contra o projeto de lei da Escola sem Partido

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Ao contrário do governador João Doria (PSDB), favorável ao Escola sem Partido, projeto polêmico que busca limitar o que o professor pode falar na sala de aula como combate as supostas doutrinações de esquerda, o secretário de Educação do estado de São Paulo, Rossieli Soares Silva, não vê necessidade da medida.
 

"Não pode haver doutrinação, nesse sentido estamos buscando a mesma coisa, mas entendo não ser necessário uma lei para regular isso. Se há conflito, a escola precisa ser o primeiro lugar para resolver", afirma.
 

"Mas a discussão é que precisamos colocar o foco na aprendizagem. Se o aluno soube ler e interpretar um texto, terá condições de fazer suas críticas a um pensador de esquerda ou de direita."
 

Silva era secretário de Educação Básica do MEC quando o governo retirou menções à gênero da Base Nacional Comum Curricular. Grupos religiosos e conservadores têm se mobilizado contra o que chamam pejorativamente de "ideologia de gênero" na educação. O termo nunca esteve na base e não é adotado por educadores. A abordagem de temas sobre identidade de gênero pode, segundo estudiosos, influenciar na discussão de problemas como violência contra a mulher, gravidez na adolescência e homofobia.
 

O tema é a principal bandeira do governo do presidente Bolsonaro (PSL).
 

Fonte: Folha de São Paulo

3 comentários

  • Link do comentário Terezinha Custódio Pereira Quarta, 23 Janeiro 2019 16:06 postado por Terezinha Custódio Pereira

    Claro que tem que ter que levar em frente a ideia"escola sem partido" então o senhor governador do Estado de São Paulo está certíssimo tem que acabar com o rastro asqueiroso deixado pela esquerda de muitos anos tem que ser dedetizado,como pode secretário de educação ser contrário aos ideais tão necessário do governador Dória,essa não entendi!!!!!!

  • Link do comentário NILO LANDIM LANDIM Domingo, 20 Janeiro 2019 23:31 postado por NILO LANDIM LANDIM

    Saí da apeoesp por ser um puxadinho do pt, psol .cut.mst.........Enfim migrei para o cpp por sua postura mais conservadora , mas diante de algumas posturas do sindicato tenho dúvidas .Sou professor da rede estadual a 15 anos e também fui aluno da mesma iniciando meus estudos em 1973 , confesso ! Nunca ouvi falar de Ludovic Mises , pelo contrário marx, marx, ,marx,......, até hoje fazem menção desse que é o responsável pela cultura destrutiva marxista nas escolas onde o aluno pode tudo . Existe sim doutrinação esquerdista , estão querendo tapar o sol com a peneira . A escola virou um antro de loucos onde pode tudo , não há limites ; drógas , prostituição , incentivo ao homosexualismo . Políticos e sindicalistas só querem defender suas ideologias ,o fato é que somos nós professores quem sustentamos todo o sistema e ainda levamos porrada e muita sertralina .

  • Link do comentário Prof. Mário Bagascio Sexta, 18 Janeiro 2019 16:21 postado por Prof. Mário Bagascio

    Como o jornal FSP é tendencioso, mostrando o quanto advoga e defende a ideologia esquerdista, marca registrada da "Folha de São Paulo". Esse veículo de comunicação, como todo bom marxista-cultural, apoia e quer a implantação da "ideologia de gênero" em nossas escolas. Essa ideologia não é uma invenção da direita ou de grupos religiosos. É uma aberração advogada e propagada por uma tal de judith butler,americana, feminista, lésbica, defensora do aborto e do submundo da ideologia sexual. Para ela, "ninguém nasce mulher ou homem. Isso seria uma invenção da sociedade judaico-cristã. Nascemos com "gênero" e não "sexo". Ora, diante desse disparate da lésbica, podemos "construir nossa identidade sexual (ops!!) de gênero, quando quisermos, mantendo nosso sexo ou sendo mulher-homem, mantendo relações homossexuais, pedófilas, com animais, etc, etc. Essa é a famosa "ideologia de gÊnero" que a esquerda, inclusive a fsp quer implantar em nossas escolas. Diante disso, espanta-me o novo secretário da educação, rossieli soares da silva, não combater essa aberração, tal qual João Dória. Confesso que esse indivíduo começou mal enquanto secretário da Educação.

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