Segunda, 19 Abril 2021 22:22

Olha a turma que veio falar sobre autismo com o CPP

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Olha a turma que veio falar sobre autismo com o CPP Ilustrações: Mauricio de Sousa

No mês da Conscientização do Autismo, o Centro do Professorado Paulista faz questão de trazer informações sobre o transtorno do espectro autista (TEA), distúrbio neurológico que pode afetar as áreas de comunicação, comportamento e interação social. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 1% da população mundial, ou seja, mais de 70 milhões de pessoas em todo mundo são portadoras de autismo.

O autista pode ter ou não alguma deficiência intelectual. Existem casos de autistas que chamam a atenção por sua notável inteligência. A ciência ainda não sabe ao certo quais as causas do autismo. Porém, é necessário destacar a relevante importância de levar informação à população para que haja a redução ou mesmo a extinção do preconceito.

Até o final de abril, as histórias em quadrinhos do André, personagem com autismo da Turma da Mônica, estarão disponíveis gratuitamente com o propósito de levar cada vez mais informações sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), o Instituto Mauricio de Sousa (IMS), em parceria com a Revista Autismo e o Instituto Singular. A ação visa dar auxílio às pessoas para que saibam dos sintomas do espectro, alerte pais, familiares e professores sobre a importância do diagnóstico precoce e esclareça sobre o comportamento que deve ser adotado com uma criança autista.

Acesse aqui as histórias em quadrinhos disponíveis e faça o download por meio deste link.

Para o diretor executivo do Instituto Mauricio de Sousa, Amauri Sousa, a iniciativa é uma excelente oportunidade para que se tenha acesso à informação de qualidade, de maneira clara e lúdica. “Ficamos muito felizes com o reconhecimento que os conteúdos desenvolvidos dentro da parceria entre o Instituto Mauricio de Sousa e a Revista Autismo têm recebido. Consideramos importante que as histórias com o André cheguem ao maior número possível de pessoas, levando não apenas informações sobre o espectro do autismo, mas também representatividade”.

Para o Centro do Professorado Paulista, Amauri esclareceu como os professores devem abordar o autismo com os alunos do ensino fundamental, esses agentes poderosos de informação:

“O Instituto Mauricio de Sousa contribui para trazer informações sobre o transtorno do espectro do autismo traduzidas em uma linguagem lúdica e divertida, por meio dos personagens de Mauricio de Sousa. Não somos educadores, mas acreditamos que os materiais produzidos por meio de parcerias com especialistas, como as animações sobre os sinais do autismo, além das HQs, feitas em conjunto com a revista Autismo, possam ser utilizados pelos professores, que são os especialistas em como conduzir a conversa com seus alunos na sala de aula. Acreditamos que essas ações são importantes para levar informações a todos os públicos e para que as crianças que fazem parte do espectro do autismo se sintam representadas”.

O Portal CPP indagou, também, por que o autismo nas décadas mais antigas não tinha o espaço que tem recebido nos últimos anos. Veja o que o Amauri respondeu:

“Acreditamos que, por meio de ações como a que estamos fazendo com a Revista Autismo e Instituto Singular, mas também por várias outras instituições, tem crescido a conscientização sobre o tema. Hoje, muitos autistas falam por si nas redes sociais e outras plataformas digitais, o que também é muito importante. Temos acompanhado com alegria esse processo e nos sentimos felizes de poder colaborar por meio do Instituto”, concluiu o diretor executivo do Instituto Maurício de Sousa.

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